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30.10.08

10 Motivos para ler clássicos

1 - Aumente seu vocabulário: muitas palavras usadas em livros antigos não são comuns hoje em dia. Um vocabulário maior dá a você mais ferramentas para se expressar melhor, ainda que prefira usar as palavras cotidianas.
2 - Melhore sua redação: ao ler, ainda que inconscientemente - isto é, sem que você precise se preocupar com isso -, você absorve um pouco do estilo do autor.
3 - Melhore seu modo de falar: você agora terá um vocabulário melhor, uma redação melhor e, portanto, articula melhor os pensamentos. Se articula melhor o pensamento, articula melhor a fala.
4 - Tenha novas idéias: os clássicos, por definição, vem do passado, mas - ora - todo mundo está lendo os mesmos blogs, os mesmos best-sellers e as mesmas porcarias escritas no mês passado. As idéias contidas em um clássico são antigas, mas muitas vezes estão esquecidas. Um leitor criativo e crítico, saberá dar o verniz de originalidade e contemporaneidade a elas.
5 - Tenha perscpectiva histórica: o que é bom hoje, pode ser esquecido amanhã. Mas há uma razão para os clássicos terem permanecido tanto tempo por aí. Não dependa tanto da crista da onda.
6 - Divirta-se: não deixe que a linguagem antiga seja uma barreira. O melhor motivo para ler um livro é diversão. Há quem discorde, mas - para mim - as outras razões vêm depois.
7 - Sofisticação: nada mais fútil do que ler pensando apenas em enriquecer sua conversação com alguma citação esnobe, mas, enfim, se é o seu caso, nada como tirar da manga aquela frase famosa de Dom Quixote para arrematar um argumento.
8 - Ser mais seletivo: com o tempo você vai deixar de querer qualquer livro ruim. Por que perder tempo com porcarias, ou apostá-lo no incerto, se você já sabe o que é bom para você?
9 - Desenvolva uma voz distinta: se você lê blogs demais e clássicos de menos, tem desperdiçado a chance de ter um estilo que se destaque em relação ao de outras pessoas que trabalham com a palavra escrita.
10 - Aprenda idéias atemporais: existe uma crença errônea de que o novo é sempre melhor que o antigo e de que as idéias passadas não são aplicáveis ao presente. Muitas vezes, a novidade não passa da deturpação da antigüidade. Ao ler os clássicos, você entra em contato com conhecimentos que estão de acordo com aqueles que os criaram, sem que nada tenha sido suprimido, acrescentado ou alterado.

29.10.08

Biblioteca na área

A biblioteca do ICEIA possui diversos livros para pesquisa e leitura. Pensando em insentivar esse hábito tão saudável para a mente trouxemos algumas dicas de leitura:

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
Quincas Borba - Machado de Assis
Amor de Perdição - Camilo Castelo Branco
A pata de gazela - José de Alencar
Cinco minutos - José de Alencar
20 mil léguas submarinas - Júlio Verne
Odisséia - Homero
Os lusíanas - Camões
Dom Quixote - Miguel de Cervantes
O Vermelho e O Negro - Stendhal
Vidas Secas - Graciliano Ramos
O cortiço - Aluísio Azevedo
A Mortalha de Alzira - Aluísio de Azevedo
Casa de Pensão - Aluísio Azevedo
O Mulato - Aluísio Azevedo
Macário - Álvares de Azevedo
Noite na Taverna - Álvares de Azevedo
Poemas Malditos - Álvares de Azevedo
Prosopopéia - Bento Teixeira
A Escrava Isaura - Bernado Guimarães
Marcados para Morrer - Camille Adorno
Luzia Homem - Domingos Olímpio
Os Sertões - Euclides da Cunha
Diva - José de Alencar
Encarnação - José de Alencar
Iracema - José de Alencar
Lucíola - José de Alencar
O Guarani - José de Alencar
Senhora - José de Alencar
Ubirajara - José de Alencar
Viuvinha - José de Alencar
A Nova California - Lima Barreto
Clara dos Anjos - Lima Barreto
Triste Fim de Policarpo Quaresma - Lima Barereto
A Mão e a Luva - Machado de Assis
Casa Velha - Machado de Assis
Dom Casmurro - Machado de Assis
Memórias de um Sargento de Milícias - Manuel Antônio de Almeida
Inocência - Visconde de Taunay